Opinião

A eleição da pandemia e a vacina dos candidatos

27 de junho de 2020 às 12h55 Por Heron Cid

Toda eleição tem o seu Zeitgeist, conceito de “espírito do tempo” difundido pelos alemães.

Já tivemos o movimento da ficha  limpa, do combate à corrupção, da renovação e ruptura…

Em 2020, ano de pleito municipal, curiosamente será um fenômeno mundial – a pandemia do novo coronavírus – quem terá forte influência no processo local.

Especialmente nas cidades de grande e médio porte, esse ingrediente temperará o sabor das escolhas eleitorais.

Quem é o candidato capaz de assumir a proa do barco social fazendo água depois da tempestade de imprevisíveis efeitos econômicos?

Qual protagonista tem condições de liderar a retomada, a articulação com setores produtivos, a sensibilidade de captar as dores das massas, dos desempregados e desalentados.

Quem tem o feeling para se cercar das melhores cabeças e pensadores a nortear saídas, soluções cooperadas e caminhos saudáveis para o “novo normal” nos grandes conglomerados urbanos?

Quem tem credibilidade para assumir essa tarefa com maiores chances de êxito?

Essas perguntas guiarão, consciente ou inconscientemente, a opção do eleitor antes de fazer a sua escolha.

O postulante que souber dialogar e pegar no pulso da população nesse tema, começa bem na largada.

E terá grandes chances de chegar vencedor de uma maratona que se desenha atípica. Do princípio ao fim.

Vídeo

Heron Cid no Hora H: o “novo normal” na eleição de 2020


Mal cheirosa

Dona Candinha sobre o barulho resistência de setores governistas ao nome de Ricardo Feder para o MEC:

"Vai Feder!"
PONTO DE INTERROGAÇÃO
E se não for Tovar e nem Bruno em Campina Grande, pelo bloco de Romero?
NÚMERO

20%

Queda nas vendas de preservativos no Brasil, durante a quarentena.