Bastidores

O debate dos gastos juninos e a sanfona do procurador do TCE

3 de junho de 2020 às 15h52
Procurador Manoel Gomes: esmero na caneta, melodia no acordeon

Na sessão plenária desta quarta-feira (3), no Tribunal de Contas do Estado, – a primeira deste mês, um processo chamou atenção. Aliás, o Portal MaisPB – pelas lentes apuradas de Kubitschek Pinheiro – flagrou uma cena interessante.

Os autos – relata o “K” – discutiam as despesas com festas juninas e sua inoportunidade, numa época de isolamento social.

Foi quando, ao fazer uso da palavra pelo Ministério Público de Contas, o Procurador-Geral Manoel Antônio dos Santos Neto deixou mostrar, atrás dele, a sanfona que o acompanha há muito tempo.

Quem já ouviu, diz que o procurador é tão bom na caneta e quanto no acordeon.

Para quem não conhece essa melodia, aí vão algumas notas sobre Manoel Antônio dos Santos Neto. Ele é graduado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (2008). Exerceu o cargo de Técnico do Banco Central do Brasil (2006-2008), além do cargo de Analista do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (2008-2010). É ex-procurador do Estado de Pernambuco (2010-2015), tem pós-graduado em Direito do Estado.

E, claro, toca sanfona nas horas vagas – por sinal, muito bem!

(Com Kubitsckek Pinheiro-Portal MaisPB)

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