Bastidores

O crime público contra a vida privada do presidente

2 de junho de 2020 às 17h53

Marginais sempre se valem da clandestinidade. É a forma rasteira e sorrateira de se livrar de responsabilidades por crimes.

Partiu de um desses perfis fakes que vivem a assaltar as redes sociais um ataque covarde ao presidente da República.

Dados pessoais e privados de Bolsonaro e do seus filhos foram postados no twitter para tumultuar e criar constrangimentos.

Coincidência ou não, a malandragem foi publicada instantes depois da decisão – acertada por sinal – do ministro Celso de Mello, que rejeitou pedido de apreensão no celular do presidente e do filho, Carlos Bolsonaro.

Gente desse tipo vive de frio na barriga e adrenalina em troca de nada. São os pichadores digitais, os rebeldes sem causa.

Fake é fake. Independe do lado e a quem serve, é o covarde por trás das sombras. Quem se esconde no anonimato, dispensa apresentação de caráter.

Os bandoleiros intitulados no twitter pelo batismo de Anonimous não surpreendem.

Surpresa mesmo é constatar que há quem aplauda e se realize – nem que seja em silêncio conivente – nesse tipo de contravenção.

Só porque atinge um desafeto político ou alguém da pessoal antipatia. Como se o crime pudesse ser relativizado ou justificado a depender de quem é a vítima.

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