Opinião

A crise bate à porta dos poderes na Paraíba

21 de abril de 2020 às 15h58 Por Heron Cid
Monumento da Praça dos Três Poderes, em João Pessoa

Atividade econômica parcialmente suspensa. Diminuição do consumo e queda nas receitas. Menos dinheiro nos cofres públicos.

Assim como contra a covid-19, não há vacina para esse efeito dominó econômico na estrutura de poder.

Cedo ou tarde, a conta chega. E já começou a bater na porta dos cofres paraibanos.

Levantamento recente da Folha de São Paulo mostrou que as vendas por maquininhas caíram na faixa próxima a 60% na Paraíba, bem acima da média nacional (30%).

E essa é apenas uma das modalidades.

O encolhimento já acendeu o sinal de alerta do Governo do Estado e fez o governador João Azevêdo iniciar tratativas com os poderes, que dividem o produto final do orçamento público.

Na mesa, o tema indigesto: corte nos duodécimos.

As folhas dos demais órgãos já estavam fechadas e a pancada traria graves contratempos.

A Assembleia sinalizou por enxugamento nas despesas de pessoal e o presidente do Tribunal de Justiça, Márcio Murilo, fez um apelo.

O o governador adiou o debate para o próximo mês. Um fôlego com data de validade.

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