Opinião

O remédio que faltava

2 de abril de 2020 às 13h40 Por Heron Cid
João Azevêdo, governador da Paraíba

A Paraíba esperava e o governador João Azevêdo deu a resposta hoje. Saíram as medidas econômicas e sociais do Estado.

Nelas, socorro para os que já vivem com pouco – a faixa da linha de pobreza e miséria – e providências para os que tinham alguma coisa – os autônomos e informais – e passaram a conviver com a subtração ao nada.

O Governo sacou de suas prerrogativas e agiu na tarifa social de água, no cartão-alimentação, nas cestas básicas e nos restaurantes populares, compra na agricultura familiar, para citar o o social.

Na economia, tomou sobre os ombros as impossibilidades de pequenas empresas, esticou prazo de pagamento de ICMS e abriu linhas de créditos no Empreender Paraíba, além de suspender parcelas de quem já pediu emprestado.

Na prática, João Azevêdo abriu o leque de ações do Estado nesse momento crucial da vida de paraibanos e paraibanas.

Priorizou, no primeiro instante, a estruturação da rede de saúde, a preservação de vidas. Para depois lançar um colchão social amortecedor dos danosos efeitos na economia e no sustento individual de pessoas cuja força de trabalho e de produção está limitada e em quarentena.

Era o remédio que faltava para vacinar muitas outras áreas atingidas, de uma forma ou de outra, pela covid-19.

Não vai resolver tudo, porque nem o Governo Federal conseguirá, mas é um alento.

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