Bastidores

Base governista entrou em parafuso

11 de fevereiro de 2020 às 22h48

De sexta-feira para cá, foi um festival de idas e vindas e notas de solidariedade e repúdio. Muitas se conflitando com o conteúdo anterior. O pano de fundo? O inusitado pedido de impeachment duplo.

Num dia, partidos da base, incluindo os presididos por deputados estaduais, assinam nota de solidariedade ao governador João Azevêdo e da vice Lígia Feliciano (PDT).

Noutro, o G11 expediu nota contra o deputado Damião Feliciano (PDT) que saiu em defesa do governador e da vice, considerando a tramitação um indício de manobra e “golpe”.

Na segunda, o governador João Azevêdo (Cidadania) repetiu, mais comedidamente, o conteúdo do pedetista.

E, por último, deputados, unanimemente, com os governistas juntos, óbvio, soltaram nota de solidariedade ao presidente Adriano Galdino (PSB) e repelindo o discurso de Damião.

No texto, não incluíram o governador.

Textos e assinaturas – praticamente dos mesmos personagens – que vão se confrontando.

O protocolo assinado pela oposição fez da base governista uma Torre de Babel. Ninguém se entende.

Vídeo

Heron Cid no Hora H: o “novo normal” na eleição de 2020


Mal cheirosa

Dona Candinha sobre o barulho resistência de setores governistas ao nome de Ricardo Feder para o MEC:

"Vai Feder!"
PONTO DE INTERROGAÇÃO
E se não for Tovar e nem Bruno em Campina Grande, pelo bloco de Romero?
NÚMERO

20%

Queda nas vendas de preservativos no Brasil, durante a quarentena.