Bastidores

Entrevista: caatinga paraibana pode dar sabor a vinhos no mundo

9 de fevereiro de 2020 às 17h53

Nem só de carvalho vive o envelhecimento do vinho. O cientista e doutorando Itaragil Marinho, da Universidade Federal da Paraíba, pensou e está pesquisando a viabilidade do uso de madeiras da caatinga paraibana no processo que dá sabor a uma bebida consagrada mundialmente.

Natural de Patos, no Sertão paraibano, Marinho testa o uso das árvores de Cumaru e Craibeiras e acredita que, se o resultado de sua tese for positivo, a pesquisa pode revelar uma nova atividade econômica, com a possibilidade de criação de um produto próprio regional e de conservação para o bioma encontrado nos nove estados do Nordeste e no norte de Minas Gerais.

Algo no mínimo inovador e até revolucionário para a região.

“O mundo hoje, quando se fala em vinho, só pensa em carvalho. É o cultural, a tradição, é o que dá certo. Mas notamos que temos condições, que a Caatinga, do Sertão da paraíba pode fornecer o material para mudar esse paradigma e trazer uma bebida regionalmente nossa”, explicou o doutorando em entrevista à MaisTV, canal de vídeos do Portal MaisPB.

Na Paraíba, ele faz a pesquisa no município de Umbuzeiro, localizado no Agreste, e na Serra de Teixeira, no Sertão.

Confira a entrevista ao jornalista Wallison Bezerra, editor da Mais Conteúdo (Portal MaisPB e Rede Mais Rádio):

Vídeo

Veja meu comentário na Hora H: “Queda de receita desafia contas públicas e economia”


A inversão…

Dona Candinha e a sentença da quarentena:

"A gente preso e os presos soltos!"
PONTO DE INTERROGAÇÃO
Na roleta russa lançada, quem vai arriscar sair de casa?
NÚMERO

114 mortos

Número de pacientes mortos pela covid-19 no Brasil, nas últimas 24 horas, segundo boletim do Ministério da Saúde.