Opinião

A Hora H: voar no limite improvável

2 de dezembro de 2019 às 11h24 Por Heron Cid

Todo mundo tem a sua. Qualquer um de nós vive um momento decisivo no dia ou uma página crucial da vida.

Quantas vezes não estamos diante de um desafio que exige tudo de nós?

Aquela hora em que, mais do que todas as outras, não podemos falhar.

O frio na barriga, a tensão, o medo, a preparação, tudo reunido, muitas vezes, em um segundo apenas.

Aquele segundo especial que faz toda a diferença e que pode mudar sua vida inteira.

Inicio hoje, ao lado de companheiros valorosos e parceiros que acreditaram, um novo projeto profissional.

Antes, precisei passar pela minha travessia.

Numa determinada ocasião, a decisão que respondia a um período inteiro de perguntas, dúvidase inquietações resumidas numa opção nova, no risco, no desafio.

Essa minha Hora H vem movida por sonhos nutridos no silêncio, quando mais nos ouvimos e escutamos a voz de Deus.

É na fragilidade da espera, na solidão do desprendimento e no parto das renúncias que somos testados nos nossos limites. No que nem sabemos que somos capazes de suportar.

Na oração, na fé, na convicção do propósitos superamos todos os medos, angústias, desertos e ventos contrários. Tsunamis que rugem de onde jamais esperamos.

Esse novo projeto, cujo nome soprado angelicalmente como brisa no ouvido, não poderia ter batismo mais propício.

A Hora H é essa mesmo. Aquela hora que nos esforçamos para ficar frente a frente com ela, e, quando ela chega impetuosa, somos desafiados a vencer.

Meu desejo sincero, de coração, é que essa Hora H, que já não é mais só minha a partir de hoje, seja daqui para frente toda sua.

Acerte o relógio e viva ela intensamente comigo, de segunda à sexta-feira, das 18h às 19h.

Que pra você, do dia inteiro, essa seja a sua hora. Porque ela já brotou, como flor, “do impossível chão”.

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