Bastidores

Maior homenagem à Lena é a defesa do jornalismo profissional, diz Amidi

18 de novembro de 2019 às 20h25
Lena Guimarães valorizava e defendia profissão como instrumento de transformação social

A mais coerente forma de homenagear a jornalista Lena Guimarães é lutando pela valorização e reconhecimento profissional do jornalismo. Essa é a síntese da nota de pesar assinada pelo jornalista Heron Cid, presidente da Associação de Mídia Digital (Amidi), sobre a morte, nesta segunda-feira, de uma das mais importantes integrantes da imprensa paraibana. Ela foi vítima de complicações de um câncer de pâncreas e faleceu num hospital privado de João Pessoa.

Na nota, a Amidi destaca Lena como “representante de uma geração que imprimiu qualidade e evolução à comunicação paraibana, até chegarmos à atual fase da irreversível mídia digital”.

Essa contribuição – registra Heron Cid – “deixa para os jornalistas paraibanos um “passivo de responsabilidade com os rumos turbulentos da profissão que ela (Lena) amava, valorizava e defendia como instrumento social transformador”.

“A vida e obra de Lena impõem a profissionais e veículos o compromisso da presença na trincheira da defesa da atividade do jornalista como profissão regular, acadêmica, insubstituível e indispensável, pilar da liberdade de expressão e alicerce democrático, além de condição básica de mercado”, defendeu o presidente da entidade.

O dirigente da Amidi registrou também que “A perda precoce dessa valorosa colega de batente nos lembra da necessidade de lutar pelo jornalismo livre, ético e plural, em respeito à profissão”.

Confira a nota na íntegra abaixo:

ASSOCIAÇÃO DE MÍDIA DIGITAL  (AMIDI)

NOTA DE PESAR

O jornalismo profissional da Paraíba perde uma mais brilhantes escritoras das páginas da nossa imprensa. Lena Guimarães, representante de uma geração que imprimiu qualidade e evolução à comunicação paraibana, até chegarmos à atual fase da irreversível mídia digital, deixa-nos um passivo de responsabilidade com os rumos turbulentos da profissão que ela amava, valorizava e defendia como instrumento social transformador.

A vida e obra de Lena impõem a profissionais e veículos o compromisso da presença na trincheira da defesa da atividade do jornalista como profissão regular, acadêmica, insubstituível e indispensável, pilar da liberdade de expressão e alicerce democrático, além de condição básica de mercado.

A perda precoce dessa valorosa colega de batente nos lembra da necessidade de lutar pelo jornalismo livre, ético e plural, em respeito à profissão. É a mais coerente forma de homenagear Lena Guimarães,  professora prática de muitas ‘turmas’ em atividade nas redações e uma das mais inspiradoras e emblemáticas profissionais desse segmento.

Heron Cid Cesar Madrid
Presidente

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