Bastidores

Complexo Aluízio Campos: uma obra do tamanho de Campina Grande

12 de novembro de 2019 às 10h20
Complexo Aluísio Campos, o símbolo do espírito superlativo de Campina Grande

Se a o pacote do Governo Federal passar, o que é difícil, pelo menos 68 municípios da Paraíba poderiam ser extintos porque possuem menos de cinco mil habitantes.

Dos 223 municípios paraibanos, poucos têm população de 20 mil moradores. No Complexo Aluízio Campos, inaugurado ontem pelo prefeito Romero Rodrigues, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, morarão em torno desse número de pessoas.

É, pelos padrões da Paraíba, uma nova e cidade de médio porte do Estado. Uma população maior do que 180 municípios paraibanos para ser mais exato.

Apenas esse dado dá uma noção da dimensão do projeto concebido pela atual gestão na cidade. Marca, sem dúvidas um tempo, e nele fica gravado o nome do gestor, Romero Rodrigues.

Por isso, também, sua indisfarçável emoção na solenidade de inauguração quando disse, de olhos marejados e voz embargada, que se terminasse o mandato “hoje” já se daria por feliz e realizado.

Não é para menos.

O Complexo, que não é só habitacional, projeta abrigar um novo distrito industrial, envolvendo, no mesmo espaço, moradia, trabalho e emprego, bem ao estilo da natural vocação campinense.

A intervenção atravessou três governos (Dilma, Temer e agora Bolsonaro) tem força de cartão de apresentação nacional para qualquer político.

Para Romero, simples por natureza e filho do distrito de Galante, vê-la de pé deve ter um significado pessoal e afetivo especial. Do tamanho de Campina Grande.

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