Bastidores

“Sangria” da Cruz Vermelha no Trauma foi de R$ 10 milhões, só em 2014

16 de outubro de 2019 às 14h41
Nominando Diniz, conselheiro do TCE

E seguem os prejuízos da gestão pactuada da Cruz Vermelha na Paraíba. Só em 2014, a “organização social”, investigada por desvios de recursos da saúde paraibana, causou um prejuízo de R$ 10.716.073,85 milhões ao erário. Foi o que identificou o Pleno do Tribunal de Contas do Estado, reunido em sessão ordinária, nesta quarta-feira (16), ao julgar irregulares a gestão e as despesas realizadas pela OS na administração do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena de João Pessoa. O TCE apontou superfaturamento, quarteirização e ilícitos. Os ex-diretores Ricardo Elias Restum e Milton Pacífico José de Araújo têm o prazo de 60 dias para devolução. Para o relator do processo, conselheiro Nominando Diniz houve uma “sangria” de recursos públicos. Ao que indica a Operação Calvário, foi uma “hemorragia”.

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