Opinião

Metamorfose

1 de agosto de 2019 às 09h09 Por Heron Cid

Quando iniciou seu governo, João Azevêdo reciclou quase integralmente a gestão anterior.

Para uns, deu um gesto ao chamado “projeto”.

Para outros, o desperdício da chance de formar seu próprio time.

Sete meses depois, ora os fatos, ora as circunstâncias se encarregaram de criar o terreno para Azevêdo promover mudanças na configuração do eixo central de sua administração.

Secretários de áreas estratégicas (Procuradoria, Administração, Finanças, Planejamento, Saúde e Comunicação) deixaram suas pastas.

Cada qual com razões e motivações específicas.

O último deles, Luís Tôrres, encerrou ontem capítulo de uma crônica bem antes decantada nos bastidores.

A metamorfose – às vezes forçada, às vezes natural – deu ao governador a especial chance de ir formatando um tecido mais alinhado ao seu figurino.

O momento e o contexto vão proporcionando a João a oportunidade de, pouco a pouco, delinear o governo com os traços do seu próprio rosto.

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