Opinião

O pacote de João

18 de julho de 2019 às 11h43 Por Heron Cid

Um dia comum. Trabalhadores da Transparaíba na região de Boqueirão avistam um carro parando. Acham, por certo, que se tratava de algum fiscal ou engenheiro do Estado.

Não erraram de tudo. De fato, na pequena equipe estava um engenheiro, só que um engenheiro que acumula o cargo de governador.

Era João Azevêdo fazendo uma visita surpresa à obra. Sem aparato, sem fotógrafos, sem deputados, sem prefeitos e nada constando na agenda oficial.

Na vida do engenheiro, um ato de rotina para averiguar, conversar com operários e encarregados. Para um governador, um hábito pouco usual.

Esse relato, testemunhado e partilhado ao Blog, dá uma ideia do estilo de João Azevêdo, afeito mais ao serviço do que ao barulho e holofote.

E ajuda a entender, também, condição e circunstância do novo pacote de obra lançado por ele para o segundo semestre deste ano, com previsão de R$ 52 milhões de investimentos em 25 obras.

Entre elas, a instalação do Batalhão Motorizado em João Pessoa, no aniversário da cidade. Um presente para um pessoense que cobra e gostaria muito de ver uma polícia mais próxima nas ruas e vigilante ao ponto de inibir ou interceptar criminosos nos assaltos diários.

Um modo pessoal, bem peculiar de gerenciar e governar que destoa dos padrões políticos tradicionais. João salta a tentação da picuinha e concentra no que importa: o resultado.

E não é estratégia. É estilo. Um novo estilo, aliás.

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