Brasas

Uma Guerra por nada

5 de julho de 2019 às 09h33

Não sou de me imiscuir na economia interna de empresas privadas. Ainda mais do meu ramo profissional e muito mais onde já trabalhei. É uma questão de ética mínima. Elas são e devem ser geridas pela conveniência e política interna de seus dirigentes. Mas, por dever de ofício, é preciso registrar que a Rádio Correio FM passou do ponto ao suspender por dois dias a jornalista Verônica Guerra de um dos seus programas. Pode até se discordar dele, porém o comentário de Verônica sobre as oito mortes em confronto policial na Paraíba foi razoável, dentro dos limites do pensamento. Nada que justificasse a reação irada da Caixa Beneficente da PM e nem a punição. Por discordância e pela paz, Guerra teve a dignidade de pedir pra sair. Coisa para poucos.

Vídeo

Entrevista: TJ “volta a respirar” com cortes na folha e ‘novo’ duodécimo


Na chapa

Dona Candinha sobre as últimas trapalhadas verbais do presidente:

"O filho frita hamburguer e o pai a si mesmo!"

PONTO DE INTERROGAÇÃO
Todos no PSB ficaram felizes com a aprovação do governo João Azevêdo?
NÚMERO

62,7%

Percentual dos entrevistados da pesquisa Opinião/Arapuan que julgam o governador João Azevêdo como “trabalhador”.