Opinião

Aliados até debaixo d’água

29 de junho de 2019 às 11h25 Por Heron Cid
Presidente da Assembleia e governador, juntos no mesmo guarda-chuva para enfrentar tempestades

Nem mesmo a tempestade interna no PSB desmoronou a relação entre o governador João Azevêdo e o presidente da Assembleia, Adriano Galdino.

Galdino, como se sabe, passou a ser visto quase como inimigo pela ala raiz do Jardim Girassol, desde quando contrariou a estratégia de Ricardo Coutinho e se elegeu e se reelegeu no comando da Assembleia, atropelando Hervázio Bezerra, o ungido do ex-governador para o segundo biênio.

Esse setor reivindica de João um tratamento de choque ao ‘rebelde’ de Pocinhos, visto como autor intelectual do G10, agrupamento que o ricardismo pregava a excomungação do governo.

João não deu nem uma coisa e nem outra.

Fez de Galdino e do G10 um escudo na guerra fria. A opção tem dado resultado para o governo no plenário da Assembleia e na tal “governabilidade”.

Na relação de mão dupla, Azevêdo devolve reciprocidade com declarações e gestos. Como o da simbólica visita ao São João de Campina Grande, levando Adriano a tiracolo.

Na chuva ou no sol, ambos estão tirando proveito da dobradinha. E a paciência de tantos quantos não a aprovam também.

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Mal cheirosa

Dona Candinha sobre o barulho resistência de setores governistas ao nome de Ricardo Feder para o MEC:

"Vai Feder!"
PONTO DE INTERROGAÇÃO
E se não for Tovar e nem Bruno em Campina Grande, pelo bloco de Romero?
NÚMERO

20%

Queda nas vendas de preservativos no Brasil, durante a quarentena.