Opinião

A sucessão em JP; muitos nomes e uma certeza

26 de junho de 2019 às 11h33 Por Heron Cid
Paço Municipal de João Pessoa; o símbolo do poder na capital paraibana

Falta pouco mais de um ano para as convenções. A distância não impede de enxergar o rascunho do desenho da sucessão municipal em João Pessoa. E o quadro já está mais ou menos riscado.

Pela estrutura capilarizada em todos os bairros e avaliação positiva de gestão, segundo repetidas pesquisas, o grupo do prefeito Luciano Cartaxo não abre mão de apresentar uma candidatura.

Não está fechado, mas Diego Tavares, empresário e secretário de Desenvolvimento Social, é o nome que desponta. Tanto que já passou a ser alvo direto e indireto de operações de adversários.

O PSDB cogita, mais uma vez, apresentar o deputado Ruy Carneiro ou oferecê-lo como alternativa ao agrupamento cartaxista. É uma carta na manga.

Ricardo Coutinho, ex-governador da Paraíba, por razões óbvias, é o grande trunfo do PSB e aquele que já entra na disputa com a missão de administrar o favoritismo.

Outros nomes correm por fora: Wallber Virgolino é um deles. O delegado e deputado estadual mira a Prefeitura. Toda sua linha retórica e produção parlamentar gira em torno desse objetivo. Quer até 2020 construir um portfólio que lhe garanta competitividade.

O fator surpresa atende pelo nome de Sérgio Queiroz, presidente da Fundação Cidade Viva e atual secretário nacional de Proteção Global. O cargo permite uma interação com o núcleo do presidente Jair Bolsonaro. O êxito do governo tem poder para capitalizar esse projeto. O contrário também é verdadeiro.

O processo eleitoral ainda nem começou e muitos nomes figuram no prévio debate e uma só certeza: se não ganhou as ruas, nos bastidores 2020 já está na pauta.

Vídeo

Heron Cid no Hora H: o “novo normal” na eleição de 2020


Mal cheirosa

Dona Candinha sobre o barulho resistência de setores governistas ao nome de Ricardo Feder para o MEC:

"Vai Feder!"
PONTO DE INTERROGAÇÃO
E se não for Tovar e nem Bruno em Campina Grande, pelo bloco de Romero?
NÚMERO

20%

Queda nas vendas de preservativos no Brasil, durante a quarentena.