Opinião

Fazenda: a fusão de receita e finanças

13 de maio de 2019 às 11h11 Por Heron Cid
Marialvo Laureano assume papel destacado no governo João Azevedo

Antes de assumir, o governador João Azevedo (PSB) já sinalizava uma recomposição da estrutura administrativa. A decisão de fundir Receita e Finanças numa só pasta é mais um passo do modelo pessoal e conceitual de governança que pretende, gradualmente, imprimir.

Foi assim com a reengenharia de outras estruturas, como a Empaer (Empresa Estadual de Pesquisa) e EPC (Empresa Paraibana de Comunicação) .

Nessa construção, Marialvo Laureano, respeitado técnico de carreira e um colaborador de outras datas, assume papel relevante na máquina do Estado.

A Secretaria que arrecada será a mesma detentora do controle do fluxo de despesas e investimentos. Em tese, mais rigor e operacionalidade na gestão fiscal e orçamentária.

Essa é uma tendência.

São Paulo, por exemplo, fez uma aposta ousada. Lá, o estado mais rico da federação foi além e juntou, numa única secretaria, receita, finanças e planejamento.

Aqui, planejamento e finanças já foram uma coisa só, até ser desmembrada pelo então governador Ricardo Coutinho, o que levou Tárcio Pessoa, secretário da época, a deixar o cargo.

A opção recente pela fusão é um avanço, segundo advogam técnicos da área consultados pelo Blog. A tumultuada e instável situação fiscal brasileira recomenda modelos eficazes.

Antenado com o quadro, João está agindo, reformulando e adequando e delegando tarefas. Marialvo recebeu uma das mais estratégicas.

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