Opinião

Gaeco na Paraíba: a ação repressiva e o efeito preventivo

25 de abril de 2019 às 11h33 Por Heron Cid
Octávio Paulo Neto, coordenador do Gaeco do MP-PB

Prefeitos, vereadores e servidores públicos afastados, empresários do alto clero do PIB paraibano e figuras proeminentes da política presos.

O cenário e as últimas operações não deixa margem para dúvidas: o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba atingiu o seu ápice.

Sob a liderança do promotor Octávio Paulo Neto, o Gaeco contabiliza resultados palpáveis no exercício da sua função precípua.

Um trabalho que desbarata organizações, desmantela esquemas de desvios e coloca o Ministério Público da Paraíba num novo e histórico patamar, para os padrões paraibanos.

Muito desse saldo é devido ao próprio estilo do seu condutor. Obstinado pela carreira que abraçou, destemido nas suas prerrogativas, e discreto no falar e operacional no agir.

O trabalho do Gaeco forja um novo ambiente jurídico no Estado, como o que a Lava Jato produziu na esfera nacional. Aliás, a atuação dos promotores daqui mostra bem isso. A força tarefa de Curitiba fez escola e produz reflexos Brasil afora.

Na Paraíba, há em curso uma pedagogia nova. Pelo potencial repressivo já demonstrado, a atividade do Gaeco também deixa no ar um caráter preventivo. Para o cofre público, tão eficiente quanto a repressão, que tenta juntar o leite derramado.

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