Opinião

A reforma e o desconfiômetro

22 de abril de 2019 às 10h46 Por Heron Cid

Percentual significativo de brasileiros até já admite a necessidade da reforma da Previdência, constatou recentemente o Data Folha. Muitos, entre os quais, vencidos pelo cansaço e efeito do temido risco de colapso.

A maioria contrária tem um motivo a mais para se perfilar entre os que temem prejuízos e perdas de direitos. E a razão está em passado não tão distante.

O Governo Michel Temer, congressistas e a nata do empresariado defenderam a reforma trabalhista como a ponte para a recuperação econômica e o resgate da empregabilidade no Brasil.

Henrique Meirelles, o ministro da Fazenda da época, projetava a criação de 6 milhões de empregos. Como se sabe, o cenário ficou só na previsão. As legiões de desempregados continuam e batem na casa dos 13 milhões.

O Governo de plantão também trata a mudança na aposentadoria como o impulso vital para o equilíbrio das contas e, por conseguinte, uma injeção na economia e no ambiente de investimentos.

O discurso se repete. E o cidadão, obviamente escaldado, tem razões de sobra para manter a pulga atrás da orelha. Até aquele que entende como crucial uma nova Previdência.

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PONTO DE INTERROGAÇÃO
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NÚMERO

90

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