Opinião

Mais Brasil, menos ideologia

15 de abril de 2019 às 08h52 Por Heron Cid

Nem só de pão vive o homem, dizem as sagradas escrituras. Em matéria de governo, é o contrário: nem só palavras alimentam as expectativas dos cidadãos.

Na fome de ruptura, a primeira fase do governo Bolsonaro tem sido mais de verbo do que ação. O presidente está empenhado na agenda de mudanças conceituais e de instauração de uma nova ordem.

Tem votos e legitimidade para isso. Mas, no geral, os seus governados esperam mais do que um chega pra lá na cantilena ideológica e histérica imposta pelo PT e seus partidos satélites.

O governo não quer tocar o Minha Casa, Minha Vida, tudo bem, mas o que põe no lugar?

Não dá bola para Prouni e Universidade para Todos, mas o que propõe concretamente na Educação?

Matou de inanição o Mais Médicos, mas até agora não disse o que fará para garantir atendimento médico até às 22h nos PSF’s?

A reza na nova cartilha não desqualifica Bolsonaro, entretanto, seus ideólogos não podem perder de vista uma realidade: estamos no Brasil e diante de um brasileiro pragmático, para quem no lugar de acenos ideológicos valem mais ações efetivas em segurança e emprego.

Atender a essa demanda dever ser a ideologia número 1 do governo. Porque nem só de polêmica vive o povo…

Vídeo

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A estilista daquele modelo

Terta, a vizinha, amanheceu na janela perguntando às amigas da calçada qual cor deveria comprar o vestido para o batizado da neta. Dona Candinha, sem nem ser chamada, gritou da outra janela:

"LARANJA, tá na moda!"
PONTO DE INTERROGAÇÃO
Depois de peitar Carlos e Eduardo, os dois filhos de Bolsonaro, como fica o ‘prestígio’ de Julian Lemos com o presidente?
NÚMERO

Posição da Paraíba no Nordeste no Ranking da Competitividade dos Estados, em 2019, levantamento realizado pelo Centro de Liderança Pública.