Opinião

O festival de prefeitos e o estrago em Patos

5 de abril de 2019 às 11h07 Por Heron Cid

Patos está entre os três municípios paraibanos praticamente condenados a um quadriênio perdido. Somam-se ao município sertanejo os litorâneos Bayeux e Cabedelo, cujos prefeitos foram afastados.

A “Morada do Sol” tem uma peculiaridade a mais. Em três anos, a cidade convive hoje com o seu quinto prefeito. Três temporários (Lenildo Morais, Bonifácio Rocha e agora Sales Júnior).

Ontem, Patos viveu nova surpresa. O vice-prefeito e prefeito interino, Bonifácio Rocha, pegou o boné e não suportou a carga.

Ele já substituía Dinaldo Filho, o prefeito afastado por denúncias de irregularidades.

Dinaldinho, como é mais conhecido, já havia sido eleito diante do desgaste do afastamento da prefeita anterior, Chica Motta, substituída pelo vice, Lenildo Morais.

A instabilidade e o “rodízio de prefeitos” causa inevitáveis estragos. A economia do município é a que mais sente no seu comércio e serviços.

Nesse clima, servidores ficam sobressaltados, fornecedores em descrédito, cidadãos em suspense e investidores com o pé no freio.

Tão devastador quanto o prejuízo econômico é o estrago na autoestima dos brios da cidade.

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