Bastidores

A sorte de Flávio e do pai. Por Ricardo Noblat

8 de fevereiro de 2019 às 10h00
Bolsonaro e o filho Flávio em entrevista no CCBB | Jorge William
Pare para pensar: e se em plena campanha eleitoral no ano passado tivesse vazado a informação de que o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL) estava sendo investigado pelo Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro por suspeita de enriquecimento ilícito?

Que impacto sofreria a candidatura dele ao Senado? E, por tabela, a candidatura do pai a presidente da República? São dois homens de muita sorte, convenhamos. Tanto mais porque também não se ficou sabendo à época da ligação deles com milicianos.

Flávio começou a ser investigado em maio último por determinação da procuradora regional da República, Maria Helena de Paula, então coordenadora criminal, segundo informou ontem o Jornal Nacional. Recaem sobre ele as suspeitas de aumento patrimonial exponencial e de negociações relâmpago e extremamente lucrativas.

Junte-se a isso a outra investigação, essa no âmbito eleitoral, que apura falsificação de documento público para fins eleitorais e de lavagem de dinheiro.

O senador eleito declara-se um perseguido por ser filho de quem é.

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