Bastidores

‘Casamento hétero’ de Bolsonaro revela-se frágil. Por Josias de Souza

21 de setembro de 2018 às 10h31

Jair Bolsonaro mantém com o economista Paulo Guedes um relacionamento que ele próprio chamou de “casamento hétero”. Coisa feita para durar até que a morte os separe. Pois bem. Falando para uma plateia restrita de investidores, o guru econômico do capitão expôs ideias tributárias sonegadas ao eleitor. Mencionou a hipótese de criação de um tributo nos moldes da velha CPMF. A harmonia trincou, porque a coisa vazou.

Certos casamentos são mesmo muito esquisitos. Casam-se pessoas que nem se conhecem: o economista ultraliberal e o capitão nacionalista, neófito nas artimanhas econômicas. Para usar uma terminologia infantil, própria do general Hamilton Mourão, vice de Bolsonaro, não é como a mamãe, que se casou com papai e a vovó que se casou com o vovô.

“Chega de impostos é o nosso lema”, escreveu Bolsonaro no Twitter, para desautorizar Paulo Guedes. O economista explicou que, na verdade, não se referia à velha taxação do cheque, mas a um imposto único, que substituiria outros tributos. Seja o que for, ficou entendendido que Bolsonaro não estava brincando quando disse que jamais discutiria com o seu futuro ministro da Fazenda. Na verdade, eles nem se falam.

UOL

Vídeo

Xeque-Mate: Catão defende investigação; “Não perco um minuto de sono”


Lua de mel

Depois de tomar conhecimento do namoro do ex-presidente Lula, Dona Candinha sabe o que ele mais quer agora:

"Se divorciar da cadeia e casar com a namorada!"

PONTO DE INTERROGAÇÃO
Com qual sentimento a vice-governadora Lígia Feliciano acompanha a crise interna do Jardim Girassol com o governador João Azevedo?
NÚMERO

83 milhões

Número de brasileiros possuem ao menos uma compra parcelada, como mostra levantamento da CNDL/SPC Brasil.