Opinião

Violência na Paraíba: a vida real confronta discurso oficial

31 de agosto de 2018 às 11h47 Por Heron Cid
Secretaria de Segurança e Defesa Social da Paraíba

Terça-feira à noite. Graco Parente e Zé Gadelha Neto, respectivamente secretários adjuntos de Turismo e Trabalho, são assaltados por homens armados no bairro de Cruz das Armas, após uma atividade de campanha.

Quinta-feira, fim da manhã, o sargento Josélio de Souza Leite, de 52 anos, é executado dentro da guarita do Batalhão do Corpo de Bombeiros, em Mangabeira.

Noite da mesma quinta, em Campina Grande, bandidos assaltam o carro do vice-prefeito da cidade, Enivaldo Ribeiro. Enquanto o político participava de um jantar, motorista e assessores do lado de fora foram rendidos.

No mesmo horário, em João Pessoa, a candidata ao Governo do Estado, pelo PSTU, Rama Dantas, era vítima de assalto à mão armada no bairro dos Bancários. Dela, levaram bolsa, documentos e objetos pessoais e ainda lhe machucaram.

Uma sequência de fatos reais que insiste em atropelar a teoria do discurso oficial da Segurança Pública da Paraíba. E esses são os casos que ganham notoriedade pelo CPF das vítimas famosas.

A esta altura, vale um conselho.

Não é exagero e é salutar reforçar a segurança de personalidades proeminentes do Governo. Pra evitar constrangimento público ainda maior do que se viu nos últimos dias, uma semana que o paraibano bem que gostaria de riscar da memória.

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