Opinião

Quanto mais dia 7 de abril encurta, mais boatos crescem

22 de março de 2018 às 11h06 Por Heron Cid
Ricardo Coutinho e Lígia Feliciano; os dois sabem o que querem, mas guardam para si

Todos os dias se espalham boatos e fofocas de bastidores envolvendo o governador Ricardo Coutinho (PSB) e a vice-governadora Lígia Feliciano (PDT).

Um dia é um acordo já celebrado. Dia seguinte já se muda tudo: é um recado de um lado. Outro, uma negativa do outro.

Semana adiante, a renúncia dupla é tratada como prego batido e ponta virada.

Esquecem de combinar os dois e até com o presidente da Assembleia, Gervásio Maia, e a coisa volta ao de sempre.

Posteriormente, personalidades importantes do Governo passam admitir renúncia de Ricardo.

Não demora nada para lideranças governistas voltarem a garantir: Coutinho não sai por nada.

Tudo especulação. Ricardo e Lígia continuam na mesma. Cada um na sua. Respeitando seus papéis e limites comuns.

Os dois sabem o que querem, mas guardam para si.

Perdurarão assim até 7 de abril, último dia para desincompatibilização?

Só o prazo mostrará.

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Sai mais em conta

Dona Candinha aprovou o convite de Bolsonaro ao filho, Eduardo, na embaixador dos Estados Unidos e até torce para nomeação dos outros dois ‘garotos’ do presidente em novas embaixadas:

"Três problemas a menos!"

PONTO DE INTERROGAÇÃO
Ainda tem político no Brasil que se sinta confortável e seguro de trocar mensagens via aplicativos?
NÚMERO

0,9%

Crescimento da inadimplência no primeiro semestre de 2019, segundo pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Esta, no entanto, é a segunda menor variação desde 2012, quando a inadimplência cresceu 5,8% no primeiro semestre daquele ano.