Opinião

Quem não joga, é jogado

16 de novembro de 2017 às 10h31 Por Heron Cid
Campo vazio: ao invés de tomar iniciativas, time governista fica refém da tática do adversário

Se reparar direito, faz tempo que a articulação política do Governo vem se declarando, involuntariamente, dependente dos movimentos do campo da Oposição.

O que, convenhamos, é um erro para um agrupamento que tem a prerrogativa natural de dar as cartas, pela estrutura política que detém.

Não é isso, porém, que vem ocorrendo.

A estratégia do Governo está notoriamente girando em torno dos adversários. Seja buscando uma adesão, seja trabalhando na torcida pela pulverização de candidaturas.

O equívoco fica patente quando se depara com eventos como o Congresso Estadual do PSDB. A reação governista à reunião dos líderes oposicionistas foi um gigante recibo.

Sem perceber, de uma forma ou de outra, o Governo está sempre falando nas oposições, sempre sendo posicionado, ao invés de assumir seu protagonismo de posicionar.

Pelas alianças, pela máquina e pelo papel do governador Ricardo Coutinho no cenário, o lógico seria o Governo como ator principal, tomando as iniciativas. E não ficar a reboque dos movimentos alheios.

Vídeo

Xeque-Mate: Catão defende investigação; “Não perco um minuto de sono”


Lua de mel

Depois de tomar conhecimento do namoro do ex-presidente Lula, Dona Candinha sabe o que ele mais quer agora:

"Se divorciar da cadeia e casar com a namorada!"

PONTO DE INTERROGAÇÃO
Com qual sentimento a vice-governadora Lígia Feliciano acompanha a crise interna do Jardim Girassol com o governador João Azevedo?
NÚMERO

83 milhões

Número de brasileiros possuem ao menos uma compra parcelada, como mostra levantamento da CNDL/SPC Brasil.