Opinião

Esquadrão antibombas na Oposição

17 de outubro de 2017 às 11h17 Por Heron Cid

Em 2016, o prefeito Luciano Cartaxo começou a ganhar a eleição, quando um ano antes, saiu do PT. Livre desse ‘inconveniente’, completou sua tarefa ao se livrar de vários campos minados, como as candidaturas do PSDB e do PMDB que teriam potencial de parir um segundo turno.

Em 2018, Luciano será novamente testado na capacidade de conciliação, se quiser realmente figurar como o cabeça de chapa das oposições.

A tarefa do prefeito consiste muito mais na articulação, no jogo de paciência, no teste dos nervos, do que em qualquer outra esfera, pelo desenho de agora.

No seu territórios, há vários explosivos ativados. Uns lançadas pelo Governo e outros acionados pelo próprio campo de Oposição na batalha interna pelo melhor posto.

Luciano não vencerá essa guerra se não funcionar como uma espécie de um capitão de um esquadrão antibomba, desativando um a um todos os artefatos no labirinto do seu caminho até as convenções.

A aliança ao PSDB, do senador Cássio Cunha Lima e do prefeito Romero Rodrigues, notável concorrente interno, exige toda a perícia possível. Se consolidada, um grande passo de avanço no campo adversário.

O desligamento da bomba relógio chamada PMDB, de José Maranhão, pré-candidato, e do seu vice, Manoel Júnior, é outro procedimento de alto risco a cobrar muita técnica e habilidade.

A guerra é longa. Até lá, Luciano terá que vestir um traje especial reforçado para sobreviver ileso ao bombardeio e conseguir minar todos os inflamáveis obstáculos. Como fez pacientemente na complexa operação de reeleição.

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