Bastidores

A postura da Controladoria na Operação Parcela-Débito

24 de agosto de 2017 às 09h17
Severino Queiroz, da CGM, postura diferenciada na transparência da gestão

A Operação Parcela-Débito desmanchou um esquema antigo que usava o IPM para desvios de recursos públicos.

Além dos prejuízos em R$ 25 milhões, a novidade é a participação proativa e colaborativa da Controladoria do Município no desbaratamento da organização.

Severino Queiroz (foto), auditor da CGU, e atual controlador do município, é conhecido nos bastidores pela rigidez como que trata a coisa pública.

O técnico tem agido internamente com mão de ferro. Sua caneta é temida e respeitada. O que só é possível com autonomia.

Trabalho que se somou, neste caso, colaboração do atual superintendente do IPM, Diego Tavares, que disponibilizou documentos e facilitou dados.

Antes, no Caso da Operação Irerês, a CGM também contribuiu com dados e elementos para a Polícia Federal, o que fez com a gestão saísse do alvo e participasse como colaboradora.

Uma postura inédita, reconheça-se.

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