Opinião

Luciano Cartaxo e a pilha do ‘controle remoto’ de Ricardo

10 de julho de 2017 às 10h53 Por Heron Cid
Luciano dá o troco a Ricardo e baixa imposto fiscal para o Pólo Turístico

“Eu acho muito esquisito alguém querer ficar de fora da gestão, mas ter o controle dela. Isso, para quem se diz republicano, é algo que quebra qualquer discurso. Você ficar fora da gestão, deixar o governo e continuar mandando à distância, continuar tendo uma espécie de controle remoto”.

As palavras são do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo. Elas se baseiam na ‘condicionante’ sugerida à vice-governadora Lígia Feliciano, assumida publicamente pelo governador Ricardo Coutinho para justificar sua opção de ficar no Governo até o fim do mandato.

De fato, o texto verbalizado pelo governador chama atenção porque atropela o mantra das práticas e ideologias republicanas pregadas até aqui.

Ao admitir que pretendia, ou pretende, controlar a gestão mesmo fora dela, Ricardo cometeu um pecado elementar.

Foi ao distinto público confessar uma inclinação autocrática, comportamento pouco condizente com os tempos contemporâneos.

Luciano, principal e natural contraponto político atualmente ao governador, não perdeu a oportunidade de questionar.

Marcou posição, mas não perdeu o estilo ponderado. Uma crítica sem radicalização.

Vídeo

Meu comentário na Hora H: “Carnaval abre folia eleitoral de 2020”


Canonização

Dona Candinha sobre o encontro do ex-presidente Lula e Francisco, no Vaticano:

"Um santo e o Papa!"
PONTO DE INTERROGAÇÃO
Se João Azevêdo e Luciano Cartaxo se entenderem, tem segundo turno em João Pessoa?
NÚMERO

200 mil

Estimativa de público, durante as cinco noites da Festa da Luz, realizada no Parque do Poeta Ronaldo Cunha Lima, em Guarabira.