Opinião

A tese de Buba

22 de maio de 2017 às 10h10 Por Heron Cid

Quanto mais opções internas para o debate melhor. É o que advoga o deputado licenciado e secretário Buba Germano para a estratégia eleitoral do governo para 2018.

Lembrado entre os nomes do PSB, Buba é pragmático e considera que todos terão tempo e oportunidades para se viabilizarem como a melhor alternativa.

Ele inclui nessa lista a vice-governadora Lígia Feliciano, mas insere uma condicionante em caso de ascensão dela ao Palácio na hipótese de desincompatibilização do governador Ricardo Coutinho; a pedetista deve aceitar estar no rol das opções com concorrentes internos, sem ser automaticamente alçada à condição de candidata nata.

Buba, porém, admite que o os demais devem assimilar a postulação à reeleição da vice, num cenário em que ela se apresente como o trunfo mais consistente.

Germano está aproveitando os espaços. Por delegação de Ricardo, tem apresentado as audiências do Orçamento Democrático e estudado números e dados da gestão.

É o que acha que todos os outros devem fazer à medida das oportunidades dadas pelo governador, cada qual em situações e áreas específicas.

Ninguém é candidato e nem também pode ser descartado de véspera. Todos estão em fase de testes e provas. Eis a síntese do pensamento de Buba. Resta saber se tem o visto do professor Ricardo…

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