Opinião

Aécio de Neves e os sete anões

20 de maio de 2017 às 11h26 Por Heron Cid
Aécio Neves, senador de Minas Gerais e ex-candidato à Presidência

De tão feia, a coisa na política brasileira extrapolou os limites da tolerância e do aceitável e rompeu a linha da ficção, causando inveja as mentes mais criativas.

De personagem principal, em 2014, da crítica dos escândalos de corrupção no Governo do PT, o senador Aécio Neves virou nas últimas horas o protagonista de um enredo de cinismo e desfaçatez.

De tão competente, chegou a enganar metade do gigante eleitorado brasileiro como solução para acabar a bandalheira na máquina pública brasileira. Agora se vê que, tivesse sido eleito, a lama também estaria na cintura da República.

Fora do palco, o verdadeiro Aécio entrou em cena prospectando ou aceitando recursos ilícitos para patrocinar sua defesa na Lava Jato (quanta ironia) e tramando contra a operação com linguagem de corar os mais baixos meretrícios.

Pego em flagrante, a justificativa chega a ser cômica, não fosse trágica. Por tudo que está posto, botar fé na versão do senador mineiro é também admitir a existência de duendes e outras fantasias mais. Era uma vez Aécio de Neves…

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