Bastidores

Lula transformou Gleisi em caso de hospício. Por Augusto Nunes

8 de fevereiro de 2019 às 11h30
Faz tempo que Gleisi é caso de polícia. Agora parece ter se tornado também um caso hospício (Adriano Machado/Reuters)
A segunda condenação do ex-presidente Lula era tão previsível quanto a mudança das estações do ano. Mas parece ter surpreendido a deputada federal Gleisi Hoffmann, rebatizada pelo Departamento de Propinas da Odebrecht com os codinomes “Amante” e “Coxa”. Pelo que disse no palavrório inicial, a presidente do PT não se deu conta de que estamos em 2019. “Condenaram Lula para impedir que ele se eleja presidente da República”, recitou.

Alguma alma caridosa deve ter lembrado a Gleisi que a campanha eleitoral terminou em outubro com a derrota de Fernando Haddad, o poste que Lula fabricou. Ela então mudou a discurseira — para pior. “Condenaram Lula para impedir que o presidente ganhe o Nobel da Paz”, delirou.

Como o chefão passou a vida tentando dividir os brasileiros entre “nós” e “eles”, talvez seja coisa de Lula uma tremenda façanha pacificadora. É a aliança celebrada entre as maiores organizações criminosas do país. No momento, o PT, o PCC e o Comando Vermelho combatem unidos contra o conjunto de medidas contra a bandidagem anunciadas pelo ministro Sergio Moro.

Faz tempo que Gleisi é caso de polícia. Agora parece ter se tornado também um caso hospício.

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