Opinião

O BID e a sustentabilidade da oposição

7 de novembro de 2018 às 08h36 Por Heron Cid

Avariada pelo resultado eleitoral de 2018, a oposição vai levar um tempo para se recompor das urnas. E uma das formas é superando desafios administrativos.

Ontem, a pauta governamental e legislativa voltou a juntar líderes oposicionistas no mesmo espaço: o Senado.

Em Brasília, o prefeito Luciano Cartaxo fez romaria nos gabinetes e contatos com os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e Raimundo Lira (MDB).

Ambos não estarão mais no Congresso a partir de fevereiro. Mas em tempo suficiente de colaborarem com Luciano e com João Pessoa na liberação do aval de empréstimo junto ao BID.

De manhã, na Comissão de Assuntos Econômicos, que apreciou pedido de urgência de Cássio. No começo da noite, a aprovação final no plenário da Casa.

O processo foi vencido e a burocracia legislativa superada para a Capital do Estado finalmente contratar 100 milhões de dólares para investimentos e preparação para abrigar, com qualidade de vida, 1 milhão de habitantes.

Ao final do dia, a imagem que fica é a do encontro depois do primeiro turno que reuniu a oposição.

É da repetição desse tipo de fotografia que depende sua sustentabilidade política.

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