Opinião

A formação do (novo) governo de João

18 de outubro de 2018 às 11h27 Por Heron Cid
João Azevedo e Ricardo Coutinho: pode tirar o girassol da chuva quem pensa que os dois não se afinarão na formação do governo

Com todo os olhos voltados para o segundo turno presidencial, a pauta vigente nas rodas paraibanas é só uma: as especulações em torno da formatação do secretariado do vindouro governo a ser capitaneado por João Azevedo.

Nas entrevistas, Azevedo vem sinalizando comedimento. Nem diz que manterá o atual secretariado e nem também diz que vai renovar a equipe, pondo uma identidade própria de sua gestão, a partir dos quadros estratégicos.

No máximo, o socialista cravou uma frase emblemática: “Alguns ficam”. Duas palavras que aumentaram ainda mais o frisson e a curiosidade, sobretudo, dos atuais componentes dos escalões mais elevados da estrutura estadual.

Experientes integrantes do Jardim Girassol apostam, entretanto: por mais que até pense fazer mudanças mais substanciais e manter apenas àqueles que pessoal e tecnicamente atendem suas expectativas, João agirá com cautela e preservará o eixo central dos aliados e figuras identificadas com o governador Ricardo Coutinho.

Pelo menos no primeiro momento, é o que a prudência recomenda. Começo de governo não é tempo de melindrar e nem muito menos enfrentar crises internas. Especialmente, porque até os talhares da Granja Santana sabem  que a ‘mão’ do governador pesou muito no resultado da eleição.

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