Opinião

A camisa do Brasil e o chilique ideológico

14 de junho de 2018 às 11h23 Por Heron Cid

No Brasil de hoje não falta mais nada acontecer. As paixões políticas atropelam até a paixão maior do País. As cores da tradicional camisa da Seleção Brasileira estão sob ataque.

Fanáticos são facilmente convencidos a deixar de vestir o uniforme na torcida pelo Brasil.

O argumento? A mesma camisa coloriu avenidas do País em protestos contra a corrupção e a favor do impeachment de Dilma.

Assim, para estes, o amarelo passou a ser persona non grata. Então, tome boicote à tradicional canarinha.

Vale tudo. Torcer de azul, de verde, branco ou vermelho, quem sabe.

Uma bobagem, sem precedentes. A simbologia da camisa, das nossas cores da bandeira, não pertence a movimento algum.

Ela é maior do que os chiliques ideológicos ou aproveitamentos partidários.

Nem o símbolo que nos une escapa de tentativas de ignóbil faccionismo.

Uma pequena grande demonstração de onde o campo do radicalismo pode levar uma Nação. O separatismo dos nós contra eles perdeu até a esportiva. Bola fora!

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NÚMERO

R$ 1 bilhão

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