Opinião

O terrorismo contra Campina

13 de junho de 2018 às 15h44 Por Heron Cid

Primeiro, foi a inusitada decisão judicial que sentenciou um São João sem executar músicas, poucos antes da abertura do maior evento cultural do Estado.

Depois, a disseminação de vídeos falsos de brigas e confrontos físicos na plateia da festa.

Em pouco tempo, veio a verdade: a confusão foi filmada na cidade de Maracanaú, no Ceará.

Por último, espalha-se a história de um surto de pessoas furadas por supostas agulhas no Parque do Povo.

As poucas vítimas se dirigiram, inesperadamente, para o Hospital de Trauma da cidade, que até onde se sabe não é referência em infectologia.

Até ontem, segundo Trauma, nenhuma das pessoas atendidas está infectada.

Detalhe: dos feridos, somente um registrou boletim de ocorrência na Polícia.

Se existe a pessoa que vai ao evento picar forrozeiros, qual objetivo? Infectar ou espalhar medo e pânico?

Afinal, a quem interessa contaminar o público com o vírus do terrorismo contra o São João de Campina Grande? E em ano eleitoral…

Vídeo

Vídeo-entrevista: Líder da Oposição crê em “diálogo mais fácil” com João


Quando é pra dar errado..

Dona Candinha descobriu qual é a Lei mais lida pela oposição da Paraíba nos últimos dias:

"Lei de Murphy!"

PONTO DE INTERROGAÇÃO
No acordo da base girassol, quem cederá? Adriano Galdino ou Buba Germano?
NÚMERO

R$ 500 mil

Valor liberado pelo Ministério da Justiça para a Defensoria Pública da Paraíba para interiorização aos atendimentos.