Opinião

Efraim Morais entra em campo

22 de maio de 2018 às 10h13 Por Heron Cid

Um dos mais experientes políticos paraibanos em atividade, Efraim Morais não dá murro em ponta de faca. De 2002 para cá, o DEM não apoiou um candidato ao governo que não fosse vitorioso. No mínimo, uma demonstração de faro.

Mas cada eleição é uma nova história. Dessa vez, o partido quer usar esse capital e o histórico de apoios ao PSB para garimpar a vaga de vice na chapa de João Azevedo.

“Sem imposição”, enfatizou Efraim, durante entrevista ontem ao autor do Blog, no Frente a Frente, da TV Arapuan.

Engenheiro civil de formação e bom de cálculo, o veterano ex-senador apresentou uma ‘equação’ para a estratégia política governista, em 2018.

Para as vagas ainda restantes (senado e vice), Morais defende nomes com voto e densidade eleitoral capaz de somar e compensar Azevedo, ainda virgem de urna.

Dentro da fórmula, um escanteio no PT, seu rival de longas datas. “Esse eleitorado Ricardo Coutinho já tem. O eleitor de Lula vota com Ricardo”, discorreu, completando: “Quem tentar impor condições vai ficar fora porque tenho absoluta certeza disso. Até onde eu conheço o governador Ricardo Coutinho ele não vai aceitar imposição de ninguém”.

Para a vaga de senador, o cacique democrata deu a receita do perfil ideal, na sua avaliação: “Alguém com mandato, de preferência mulher e que venha da Oposição”. Só faltou acrescentar como critério a naturalidade de Campina e o sorriso de Daniella Ribeiro.

Efraim passou por um longo período de jejum de entrevistas, na volta o jogador de handebol na juventude deu provas de que está em boa forma e entrando no aquecimento. Deu o recado: nem pensa em assistir o jogo de 2018 do banco de reserva.

Comentários

Vídeo

Entrevista: Conselho traça ‘guia econômico’ para candidatos ao Governo


Em bom português

Dona Candinha mandou um torpedo para Neymar, na Rússia!

"Meu filho, menos cabelo e mais futebol!"

PONTO DE INTERROGAÇÃO
Os candidatos deram uma trégua na Copa ou a Copa deu uma trégua para eles?
NÚMERO

R$ 1 bilhão

Recursos para o Fundo Nacional de Seguranca, a ser retirado do Fies, segundo números da Folha de São Paulo, posteriormente negados pelo Governo Federal.