Bastidores

Ativismo do Judiciário “não é desejável, mas necessário”, diz conselheiro do CNJ

17 de maio de 2018 às 13h44

Em agenda na Paraíba, o juiz Luciano Frota, integrante do Conselho Nacional de Justiça, defendeu o papel do Judiciário brasileiro em meio às crises institucionais. “Há uma omissão do Estado brasileiro e o Judiciário é chamado a atuar e isso é interpretado como invasão do papel da legislação”.

“Nunca vivemos momento de tantas crises que chegam ao Judiciário, e isso representa um avanço. Não é o desejável, mas é necessário”, complementou, em entrevista ao Rádio Verdade, da Rede Arapuan de Rádios.

Quanto à restrição de foro, Frota foi curto e grosso: “Sou absolutamente contra qualquer tipo de foro para quem quer que seja”.

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