Bastidores

Ativismo do Judiciário “não é desejável, mas necessário”, diz conselheiro do CNJ

17 de maio de 2018 às 13h44

Em agenda na Paraíba, o juiz Luciano Frota, integrante do Conselho Nacional de Justiça, defendeu o papel do Judiciário brasileiro em meio às crises institucionais. “Há uma omissão do Estado brasileiro e o Judiciário é chamado a atuar e isso é interpretado como invasão do papel da legislação”.

“Nunca vivemos momento de tantas crises que chegam ao Judiciário, e isso representa um avanço. Não é o desejável, mas é necessário”, complementou, em entrevista ao Rádio Verdade, da Rede Arapuan de Rádios.

Quanto à restrição de foro, Frota foi curto e grosso: “Sou absolutamente contra qualquer tipo de foro para quem quer que seja”.

Vídeo

Vídeoentrevista: Jeová precisou vencer câncer, antes de ganhar eleição


Metando

Dona Candinha jura que Dilma deu um conselho a Fernando Haddad, nessa reta final de segundo turno:

"Deixa a meta aberta e depois dobra a meta!"

PONTO DE INTERROGAÇÃO
Crítico contumaz do PT e voz ativa no impeachment, Cássio Cunha Lima ficará em silêncio no segundo turno?
NÚMERO

R$ 6,7 milhões

Valores de recursos aprovados pelo BNDES para projetos de recargas de veículos elétricos.