Opinião

A briga ao Senado

16 de abril de 2018 às 11h50 Por Heron Cid

Para começo de conversa. Os corredores do páreo ao Senado foram premiados com a permanência do governador Ricardo Coutinho no cargo.

Uma vaga a mais para concorrer. Todos compartilham da leitura que o socialista teria uma cadeira muito bem encaminhada e só sobraria uma para a disputa.

Sem Ricardo na pista, mais chances para a reeleição dos senadores Cássio Cunha Lima e Raimundo Lira, beneficiados indireta e paradoxalmente pela decisão do governador.

Até aqui, além de Cássio e Lira, o deputado Veneziano está no jogo e conta com apoio revelante de um cabo eleitoral privilegiado: Ricardo Coutinho.

De quebra, deve contar com a estrutura política azeitada conduzida pelo PSB e toda ramificação estadual, vide a máquina administrativa.

Ao que tudo indica, a Oposição vai de Lira e Cássio. O Governo guarda uma vaga para futuras negociações. Aguarda e aposta, na verdade, alguma dissidência oposicionista para fechar a chapa. Para a tática do PSB, O PT é a última opção.

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