Opinião

Segurança hídrica: uma utopia perto da realidade

13 de março de 2018 às 09h49 Por Heron Cid
Trecho da Transposição que desemboca em solo paraibano; canal de esperança para novos tempos

Encravada no peito do semi-árido nordestino a Paraíba é um típico exemplo de Estado obrigado a conviver com o fenômeno da seca.

Penamos séculos sem aprender direito a enfrentar com planejamento e previdência um ciclo que, de tão certo, não surpreende porque é da natureza da região.

A Transposição do Rio São Francisco, já realidade em nossas terras, sempre foi o fio de esperança para sertanejos e estudiosos.

Ela, porém, não é um fim em si mesma. É o Estado que precisa potencializar sua chegada e fazer com que o banho das águas, ainda incompleto porque não chegou ao Sertão pelo Eixo Norte, nos brinde com a utópica ‘segurança hídrica’.

E ela está mais perto do que nunca, na visão do secretário de Infraestrutura e Recursos Hídricos do Estado, João Azevedo.

Ontem, no Frente a Frente, da TV Arapuan, Azevedo expressou convicção a estimativa dessa meta nos próximos três anos.

“Se continuarmos com o mesmo aporte de investimentos, integrando bacias e fazendo obras complementares”, condicionou.

Antes de pré-candidato ao Governo pelo PSB, João é um técnico experimentado na área e sabe o que está dizendo.

A fala dele, portanto, serve de embasamento para que o conjunto da sociedade paraibana se aproprie dessa perspectiva e faça dela um ouro a ser garimpado.

Segurança hídrica é redenção. Da dignidade humana do direito a um copo d’água ao bem propulsor de desenvolvimento e geração de renda.

Com a Transposição, alcançamos o mais difícil. Agora, o resto – e não menos importante – está em nossas mãos.

E essa deve ser uma exigência de cada paraibano e compromisso de todos os homens públicos desse Estado. Especialmente, daqueles que se propõem a governá-lo pelos próximos anos.

Para João Azevedo, sonho da segurança hídrica pode ser alcançado nos próximos três anos

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