Bastidores

Ricardo em última mensagem à AL: “A Paraíba está melhor”

15 de Fevereiro de 2018 às 16h39
Ricardo Coutinho durante mensagem à Assembleia

Depois de um discurso de quase três horas, Ricardo Coutinho (PSB) disse a repórteres que cobriram sua última mensagem como governador à Assembleia, que o Estado hoje é muito melhor do que quando tomou posse em primeiro de janeiro de 2011.

“Digo, sem medo de morder a língua, que a Paraíba está muito melhor. Não tem nenhum parâmetro que se aproxime”, enfatizou Ricardo, repetindo a comparação que faz de sua gestão aos antecessores.

Segurança pública

Instado pelo repórter Fernando Braz, do Rádio Verdade (Rede Arapuan de Rádios), a comentar o desabafo do bispo de Campina Grande, Dom Dulcênio Fontes, que cobrou ações do Governo contra a violência na cidade, Ricardo desafiou “qualquer um para debater” segurança pública no Estado.

“A violência não parte do Estado, mas de setores da sociedade. Eu tenho compromisso e energia para essa batalha”, registrou Ricardo.

Coutinho fez uma diferenciação. Os resultados de Saúde e Educação estão atrelados aos investimentos do Governo, mas os índices de violência não dependem exclusivamente da intervenção do Estado.

Lígia Feliciano

A arenosa relação do governador com a vice, Lígia Feliciano (PDT), também foi alvo de pergunta da imprensa.

Ao estilo, morde e assopra, Ricardo classificou todos os rumores e mal-estar de invenção. “É tudo invenção”.

Como se não fosse o próprio socialista quem diz de viva voz aos quatro ventos que sua saída do Governo (e consequente posse da vice) provocaria riscos à estabilidade do seu projeto e os interesses da Paraíba…

Comentários

Vídeo

Vídeo/entrevista: o papel dos municípios na crise de segurança


Dúvida cruel

Dona Candinha acha que o Exército nas ruas do Rio está sem saber sobre quem primeiro prende:

"Os traficantes ou os políticos?!"

PONTO DE INTERROGAÇÃO
Até quando Luciano Cartaxo espera pelo PSDB?
NÚMERO

R$ 18,4 bilhões

Recursos do Fundo de Financiamento do Nordeste para empréstimos a empresas do Nordeste e a cidades pobres de Minas e Espírito Santo, parados por falta de regulamentação e assinatura do presidente Michel Temer.