Opinião

O que retrovisor de 2014 aponta para Oposição em 2018

27 de outubro de 2017 às 10h42 Por Heron Cid
Cássio Cunha Lima e José Maranhão: terão a mesma leitura sobre o aprendizado de 2014?

Nenhum partido na Paraíba tem hegemonia para se eleger sozinho. O raciocínio é lógico, mas pé no chão a julgar pelos nossos padrões políticos, é do senador Cássio Cunha Lima (PSDB).

Mais do que uma tese, o pensamento é um conselho para todas lideranças e siglas do agrupamento de Oposição na Paraíba.

No bom português, Cássio está a defender a unidade das oposições paraibanas, se quiserem realmente arrebatar o poder das mãos do governador Ricardo Coutinho.

A pulverização de candidaturas, na dissertação do tucano, só tende a beneficiar o candidato, ou candidata, da base do Governo, como ocorreu em 2014 quando o PMDB e PSDB saíram em duas frentes e Ricardo conseguiu vencer no segundo turno.

A ausência de acordo entre os dois partidos na eleição passada, hoje considerado um erro pelo próprio Cássio, dividiu o que poderia ter sido somado em favor de uma vitória no primeiro turno.

Cássio sinaliza ter aprendido a lição depois de uma derrota imputada. Resta saber se não é este mesmo aprendizado de valorização do passe que manterá a postulação do PMDB de pé, como candidato a fiel da balança.

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