Opinião

Punição e nova face do PMDB; de bandidos a mocinhos

12 de agosto de 2017 às 10h56 Por Heron Cid
Um dos censurados pelo partido, paraibano Venziano Vital tem que agradecer por punição, ao invés de lamentar

Desde que se entendeu por ‘gente’, o PMDB sempre foi um balaio de gatos. Nunca se preocupou muito em ter uma coesão ideológica nem muito menos um perfil monolítico.

Aliás, é esse traço de sua personalidade que possibilitou ao partido ganhar a força e capilaridade eleitoral em todos os rincões e bolsões do Brasil.

Assim, reuniu nas suas entranhas daltas figuras do PIB da política nacional a deputados medíocres eleitos pela força do capital financeiro grotões a dentro.

Punir os poucos parlamentares, entre eles o paraibano Veneziano Vital, divergentes da orientação para barrar a denúncia contra o presidente Michel Temer, é um gesto completamente destoante da história do partido, sempre acostumado à sina de balaio de gatos.

E assinada por Romero Jucá aí vira piada de mal gosto.

Internamente, não surtiu muito efeito porque os censurados se fortaleceram perante à opinião pública.

E externamente a legenda passou um recado negativo. Além de proteger bandidos, a sigla, antes democrática, agora retalia os mocinhos.

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