Bastidores

Um paraibano na UTI do Rio Grande do Norte

18 de junho de 2017 às 15h03

Com a crise, quase todos os Estados brasileiros inspiram cuidados.

Quebrado na emenda, o vizinho Rio Grande do Norte é um paciente em estado gravíssimo.

Nem Oposição e nem o Governo potiguar negam esse boletim.

Nesse quadro, pode se comparar Gustavo Nogueira, secretário de Finanças e Planejamento, ao médico intensivista.

Só que nesse caso, cabe ao paraibano manter o doente vivo, mesmo sem oxigênio na sala.

De 2016 para 2017, o Estado perdeu mais de R$ 213 milhões em receitas próprias.

De 2014 para 2016, as transferências da União caíram em quase R$ 1 bilhão.

Uma cirurgia de alta complexidade.

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Passado e presente

Para Dona Candinha, a roubalheira está no DNA e na história do Brasil:

"Começou lá com Cabral (Pedro Álvares) e continua com o primo (Sérgio)!"

PONTO DE INTERROGAÇÃO
Em qual outro Estado a instalação de um “varejão” vira motivo de debate político?
NÚMERO

90%

Dos municípios paraibanos tem na Administração Pública e na Seguridade Social (benefícios e aposentadorias) a atividade econômica predominante, segundo o IBGE.